Acervo histórico

Antes dos longas, uma linguagem já estava sendo construída.

Produções, cartazes, personagens e experiências preservadas desde 1996 — o laboratório visual que deu origem ao cinema de Semi Salomão.

01

1996

Festival Esmair

Primeira obra apresentada ao público. Semi desenhou os personagens, registrou os movimentos quadro a quadro e realizou as vozes. A exibição no Colégio Mater Dei reuniu em uma só experiência desenho, câmera, interpretação e montagem.

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02

1996–1997

Viagem a Minas Gerais e o retorno aos mistérios

Viagem a Minas Gerais registrou paisagens e descobertas com olhar de documentário. No ano seguinte, Minas — Fenômenos Místicos acrescentou ufologia, lendas e efeitos visuais criados com luz, miniaturas e objetos cotidianos — uma ficção científica construída pela imaginação.

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03

1997–1999

Reportagem, sátira e personagens

A câmera também se tornou instrumento de encontro. Semi entrevistou personalidades, registrou eventos e criou figuras como Mestre Zoom, O Gringo Mexicano e personagens de sátira social. O humor, a observação popular e a comunicação direta já anunciavam seu trabalho posterior na televisão.

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04

1998–1999

Imagem a serviço da comunidade

Campanhas educativas e trabalhos para escolas mostraram outra dimensão da linguagem visual. Animações, personagens e pequenos efeitos foram empregados para conversar com o público jovem sobre temas sociais, preservando criatividade e clareza.

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A história continua

Do arquivo à filmografia completa.

As experiências preservadas aqui desembocam em uma obra cinematográfica de três décadas.

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